Notas explicativas e citações: Salmo 108
Citações de puritanos, reformadores e outros comentaristas sobre o Salmo 108, reunidas por Charles Spurgeon.
Leia o Salmo 108 na íntegra no Midvash, na King James Fiel
Salmo inteiro. Note a aplicação diferente das palavras conforme usadas em Salmos 57:1-11 e Salmos 60:1-12, e conforme empregadas em Salmos 108:1-13. Nas primeiras, eram proféticas de uma prosperidade ainda por vir, e consolavam na expectativa de aflições próximas. Nesta última, são eucarísticas por misericórdias já recebidas, e descrevem as coisas gloriosas que Deus preparou para seu Filho e para Israel, seu povo. O Salmo, assim interpretado, anuncia que o travalho do Messias terminou, quando as aflições de Israel chegam ao fim. O Filho de Davi e Senhor de Davi tomou para si seu grande poder e começou a reinar, e, assentado no trono de sua glória, canta este hino, Salmos 108:1-6. Mas com a glória do Redentor associa-se também a restauração, ao favor e à felicidade, de Israel, seu povo há muito rejeitado, mas não esquecido.
A instituição do Rei Messias sobre o santo monte de Sião é descrita graficamente, e todas as promessas de Jeová se realizam na medida mais ampla. O Messias é descrito como conquistador quando a batalha está ganha, e reis e nações, prostrados a seus pés, aguardam sua sentença e seu julgamento sobre eles. "Eu me alegrarei. Dividirei e repartirei Siquém e o vale de Sucote. Gileade é meu, e o dou aos filhos de Gade e Rúben. E Manassés também é meu. Efraim é minha força na guerra: meu chifre de defesa. Judá é meu rei." Assim, em palavras graciosas e lisonjeiras, o vencedor se dirige a seus confederados e súditos. Em tom diferente, tom de sarcasmo e desprezo, anuncia seu prazer a respeito de seus inimigos vencidos: "Moabe usarei como vasilha para lavar os pés. Sobre o orgulhoso Edom lançarei meu sapato, como um senhor irado a um escravo que o serve. Filístia, siga meu carro, e proclame meu triunfo."
Mas o que se deve entender da passagem seguinte, Salmos 108:10, "Quem me conduzirá a Edom?" Edom já é tratado como estado vassalo, Salmos 108:9. Quando todas as nações se tornarem os reinos do Messias, o que é este Edom, que há de estar entre seus últimos triunfos? Só uma passagem parece incidir sobre isso, Isaías 63:1, e dela aprendemos que é de Edom, como cena final de sua vingança, que o Messias conquistador sairá, "vestido de vestidura tingida de sangue." Este Edom é, portanto, mencionado com ansiedade, porque, depois de sua derrota, o Messias brilhará como "Rei dos reis e Senhor dos senhores", Apocalipse 19:13-16. — R. H. Ryland.
Salmo inteiro. Este salmo tem duas partes: na primeira está a ação de graças da fé e a promessa de louvor, na esperança de obter tudo o que a igreja aqui pede em oração (Salmos 108:1-5). Na segunda parte está a oração pela preservação da igreja, Salmos 108:6, com confiança de ser ouvida e ajudada, qualquer que seja o obstáculo que apareça, contra todos os que se opõem ao reino de Cristo, seja dentro da igreja visível (Salmos 108:7-8), seja fora dela, como os inimigos declarados (Salmos 108:9-11), oração esta que prossegue (Salmos 108:12), e se encerra de modo confortante com a certeza da vitória da Igreja pelo auxílio de Deus, Salmos 108:13. — David Dickson.
Versículo 1Salmo 108:1
Ó Deus, o meu coração está firme. As rodas de uma carruagem giram, mas o eixo não gira; as velas de um moinho se movem com o vento, mas o próprio moinho não se move; a terra é levada em torno de sua órbita, mas seu centro é fixo. Assim deveria o cristão ser capaz, em meio a cenas e fortunas mutáveis, de dizer: "Ó Deus, o meu coração está firme, o meu coração está firme." — G. S. Bowes, em "Illustrative Gatherings", 1862.
Meu coração está firme. O profeta diz que seu coração estava pronto, assim traz a antiga tradução; a nova tradução, "Meu coração está firme." A palavra em hebraico significa, primeiro, pronto, ou preparado. Depois, em segundo lugar, significa firme. Primeiro ajustamos, preparamos uma coisa, afiamo-la, antes de cravá-la no chão, e depois a cravamos e fixamos. Assim, pede sério e com frequência para que teu coração esteja pronto, e também firme, e isto por um hábito que traz prontidão e firmeza, como em outros deveres santos, também no da meditação. — Nathanael Ranew, em "Solitude improved by Divine Meditation," 1670.
A meditação é um dever firme. Não é obra passageira. Os pensamentos do homem naturalmente labutam com grande inconstância; mas a meditação os prende, e os fixa sobre algum objeto espiritual. A alma, quando medita, impõe a si mesma uma ordem, para que os pensamentos, de outro modo instáveis e leves, se fixem sobre seu objeto; e assim este dever é muito proveitoso. Assim como sabemos que um jardim regado por chuvas repentinas é mais incerto em seu fruto do que quando é refrescado por uma correnteza constante; assim, quando nossos pensamentos ora estão em coisas boas, ora se desviam; quando apenas lançam um olhar a um objeto santo, e depois voam para longe, não há tanto fruto trazido à alma.
Na meditação, então, é preciso haver uma fixação do coração sobre o objeto, um deixar os pensamentos de molho, como o santo Davi: "Ó Deus, o meu coração está firme." Devemos contemplar o objeto santo apresentado pela meditação, como um pintor que examina alguma peça curiosa, e cuida com atenção de cada sombra, cada linha e cor; como a Virgem Maria guardava todas estas coisas, e as ponderava em seu coração. De fato, a meditação não é apenas ocupar os pensamentos, mas centrá-los; não apenas empregá-los, mas cravá-los sobre algum assunto espiritual. Quando a alma, meditando em algo divino, diz como os discípulos na transfiguração (Mateus 17:4), "Bom é estarmos aqui." — John Wells, em "Practical Sabbatarian," 1668.
Com a minha glória. A passagem paralela na versão do livro de orações traz: "com o melhor membro que tenho." A língua, considerada o melhor membro, é aqui descrita como a glória do homem — aquilo que tende a elevá-lo na escala da criação; e por isso o homem piedoso resolve empregar sua fala em dar voz à bondade de Deus. Deus é glorificado pelo louvor de seus redimidos, e o instrumento pelo qual isso se efetua é a glória do homem. — The Quiver.
Versículos 1–2Salmo 108:1-2
Assim como um homem primeiro afina seu instrumento, e só depois toca nele, também o servo santo de Deus deve primeiro trabalhar para trazer seu espírito, coração e afeições a um estado sólido e assentado para o culto, e só então pôr-se à obra; Meu coração está firme, ou preparado firmemente, cantarei e darei louvor. Assim como a glória do homem acima das criaturas irracionais é que, por uma mente racional, pode expressar sua vontade pela língua: assim a glória dos santos acima dos demais homens é ter uma língua dirigida pelo coração, para expressar o louvor de Deus: "Cantarei e darei louvor, até com a minha glória." Em termos figurados somos ensinados a usar todos os meios santificados para nos despertar a Deus: pois é isto que o salmista pretende, quando diz, Despertai, saltério e harpa. Nós mesmos precisamos primeiro ser despertados para fazer bom uso dos meios, antes que os meios possam servir para nos despertar: por isso ele diz, Eu mesmo despertarei bem cedo. — David Dickson.
Versículos 1–5Salmo 108:1-5
Depois que Davi professa o propósito de louvar a Deus (Salmos 108:1-3), ele mostra, em seguida, a proporção entre os atributos que louva em Deus e o louvor que lhe dá. A grandeza dos atributos misericórdia e verdade a temos em Salmos 108:4, A tua verdade chega até as nuvens; e há uma grandeza correspondente em seus louvores a Deus por eles, Salmos 108:5: Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus, e a tua glória acima de toda a terra. Ele deseja e se esforça por exaltá-lo tão alto em seus louvores quanto ele é em si mesmo; exaltá-lo acima da terra, acima do céu, e das nuvens. — Henry Jeanes.
Versículo 2Salmo 108:2
A respeito desta passagem, o Talmude diz: "Uma cítara costumava pender sobre o leito de Davi; e quando chegava a meia-noite, o vento norte soprava entre as cordas, de modo que soavam por si mesmas; e logo ele se levantava e se ocupava da Torá até que a coluna da aurora subisse." Rashi observa: "A aurora desperta os outros reis; mas eu, disse Davi, despertarei a aurora." — Franz Delitzsch.
Quando os cativos hebreus estavam sentados em tristeza "junto aos rios da Babilônia", choravam, e penduravam suas harpas nos salgueiros, e não podiam ser convencidos pelos vencedores a cantar "os cânticos de Sião naquela terra" (Salmos 137:1,4). Mas quando "o Senhor trouxe de volta os cativos de Sião, então a boca deles se encheu de riso, e a língua de cânticos" (Salmos 126:1-2). Então o saltério e a harpa das gerações passadas despertaram (Salmos 108:2). Os cânticos antigos reviveram em seus lábios, e as melodias de Davi ganharam novo encanto para eles. — Christopher Wordsworth.
Despertai cedo.
"Nunca deixe o sol nascer antes da oração; a prece deve
Nascer com o dia; há horas solenes fixadas
Entre o céu e nós; o maná não era bom
Depois do nascer do sol, pois o dia murcha as flores."
— Henry Vaughan, 1621-1695.
Versículo 4Salmo 108:4
Pois grande é a tua misericórdia, etc. Sua misericórdia é grande — aquela misericórdia cantada há pouco (Salmos 107:1,43). Ela é "de acima dos céus" (mishamayim); isto é, descendo sobre nós como gotas de chuva fertilizante; assim como a "Paz na terra" de Lucas 2:14 era primeiro "paz no céu" (Lucas 19:38). — Andrew A. Bonar.
A misericórdia de Deus era então grande acima dos céus, quando o Deus-homem, Cristo Jesus, foi elevado aos céus mais altos, e a verdade da nossa salvação estabelecida no próprio trono de Deus. — W. Wilson.
Versículos 4–5Salmo 108:4-5
Há mais matéria e substância de bem nas promessas do Senhor do que o santo de vista mais aguçada jamais percebeu ou pode perceber; pois quando seguimos a promessa, para descobrir toda a verdade nela contida, encontramos uma nuvem de riquezas inescrutáveis, e somos obrigados a deixá-la ali; pois tanto está incluído nisto, A tua verdade chega até as nuvens. O ápice de nosso louvor a Deus é pôr a obra de louvá-lo sobre ele mesmo, e apontá-lo aos outros como ocupado em engrandecer seu próprio nome, e alegrar-se por isso, como aqui; Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e a tua glória acima de toda a terra. — David Dickson.
Versículos 4–6Salmo 108:4-6
Há grande confiança aqui, e, como sempre, misericórdia para a alma que se conhece e se apresenta diante da verdade. Mas, então, para sua própria libertação e bênção, ela olha para a exaltação de Deus. Isso mostra que deve ser uma exaltação santa e justa. Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus: e a tua glória acima de toda a terra; para que os teus amados sejam livres. É um pensamento bendito, e é isto que a fé precisa segurar agora, mesmo no tempo da provação: que a nossa bênção e a glória de Deus são uma só coisa, só que devemos pôr a glória dele em primeiro lugar. — J. N. Darby.
Versículo 6Salmo 108:6
Para que os teus amados sejam livres, etc. A igreja é a "amada" do Senhor, ou a corporação mais amada do que qualquer outra coisa no mundo, por isso aqui chamada "Tua amada." Porque a igreja é a amada de Deus, o cuidado com ela deve ocupar o principal em nossa mente, e o amor pela sua preservação deve suscitar mais que tudo nossa oração em seu favor. "Para que os teus amados sejam livres: salva." — David Dickson.
Deus, assim exaltado segundo a majestade de sua verdade, a súplica especial do Espírito de Jesus, fundada na misericórdia que se entronizou acima dos céus, é a seguir apresentada (Salmos 108:6) em favor da nação de seu antigo amor. Para que os teus amados sejam livres, salva com a tua destra e responde-me. É o Espírito de Emanuel que assim intercede por seu povo, bem lembrado segundo Deus. Sua terra deveria ser, no devido tempo, livrada dos que a haviam sobrecarregado com a iniquidade. Pois Deus falara em sua santidade a respeito da porção do seu ungido. — Arthur Pridham.
Versículo 7Salmo 108:7
Deus falou a palavra de garantia. Isto se refere a todas as palavras em que a terra da herança deles foi definida, especialmente Gênesis 15:18, Êxodo 23:31, Deuteronômio 11:24, e aquela notável predição sobre a perpetuidade da linhagem de Davi, 2 Samuel 7:1-17, que deve ter causado profunda impressão em sua mente. Destas passagens é evidente que a Síria, assim como Edom, estava incluída no pleno alcance do território destinado a Israel, e que Davi se sentia no caminho do destino quando se empenhava em estender seu domínio do rio do Egito até o grande rio, o Eufrates. Em sua santidade, na imutável integridade de seu coração, que era garantia infalível do cumprimento de sua promessa. Eu me exultarei. Esta é a exclamação do chefe representativo do povo, quando pondera sobre o enunciado divino. — James G. Murphy.
A fé, ao se agarrar a uma promessa, dará alegria ao crente antes que ele desfrute o seu cumprimento: Deus falou, diz ele, eu me alegrarei. — David Dickson.
Ele, o segundo Davi, havia completado sua guerra, e se coroara de vitória. Doravante repartiria os reinos do mundo e os subjugaria a si mesmo, segundo sua própria vontade santa. Efraim e Judá, Moabe e Filístia, primeiro o judeu e depois o gentio, deveriam ser trazidos a confessá-lo como seu Senhor. — Plain Commentary.
Versículo 8Salmo 108:8
Efraim também é a força da minha cabeça. Como Efraim era a mais populosa de todas as tribos, ele apropriadamente a chama de força de sua cabeça, isto é, de seus domínios. — João Calvino.
Versículo 9Salmo 108:9
Moabe, que havia induzido Israel à impureza, é transformado em vasilha para sua purificação. Edom, descendente daquele que desprezou seu direito de primogenitura, é privado de sua independência — pois "lançar um sapato" era sinal da transferência de uma reivindicação anterior sobre a terra. Rute 4:7. — William Kay.
Moabe é a minha bacia de lavar. O ofício de lavar os pés era, no Oriente, comumente exercido por escravos, e pelos mais humildes da família, como se vê do que Abigail disse a Davi quando ele a tomou por esposa: "Eis que a tua serva seja serva para lavar os pés dos servos do meu senhor" (1 Samuel 25:41); e do fato de nosso Salvador lavar os pés de seus discípulos, para lhes dar exemplo de humildade, João 13:5. A palavra niptér, usada nesta última passagem, significa em geral uma vasilha de lavar, e é usada no lugar da palavra podoniptron, o termo que os gregos, com estrito rigor de linguagem, aplicavam a um recipiente para lavar os pés. Como este ofício era servil, também os utensílios empregados para este fim eram uma parte humilde dos utensílios domésticos. Gataker e Le Clerc ilustram este texto com uma anedota relatada por Heródoto, sobre Amasis, rei do Egito, que expressou a humildade de sua própria origem comparando-se a uma vasilha para lavar os pés (Heród. Livro 2, cap. 172). Quando, portanto, se diz, "Moabe é a minha vasilha de lavar", a completa e servil sujeição de Moabe a Davi é fortemente marcada. Isto é expresso não comparando Moabe a um escravo que exerce os ofícios mais baixos, como apresentar ao seu senhor a bacia para lavar os pés, mas comparando-o ao próprio utensílio humilde. Veja 2 Samuel 8:2, 1 Crônicas 18:1-2,12-13. — Nota de James Anderson a Calvino sobre Isaías 60:1-12.
Moabe é a minha bacia de lavar; sobre Edom lançarei o meu sapato. Esta expressão um tanto difícil pode ser assim explicada. Moabe e Edom deveriam ser reduzidos ao mais baixo estado de vassalagem ao povo de Deus. Um deveria ser como uma vasilha ou bacia própria apenas para lavar os pés, enquanto o outro deveria ser como o escravo doméstico, à espera, para receber as sandálias atiradas por aquele que estava prestes a realizar suas abluções, a fim de primeiro guardá-las em lugar seguro, e depois vir lavar os pés de seu senhor. — "Rays from the East."
Sobre Edom lançarei o meu sapato. Davi derrotou seu exército no "Vale do Sal", e seu general, Joabe, aproveitando a vitória, destruiu quase toda a população masculina (1 Reis 11:15-16), e colocou guarnições judaicas em todas as fortalezas de Edom (2 Samuel 8:13-14). Em honra dessa vitória, o salmista guerreiro pode ter escrito as palavras em Salmos 60:8, "Sobre Edom lançarei o meu sapato." — J. L. Porter, em "Smith's Dictionary of the Bible."
Versículo 10Salmo 108:10
A cidade forte, construída sobre a rocha, mesmo o coração endurecido do homem, mais forte e mais pétreo que o túmulo, ele conquistou e venceu; e nele, e em seu poder, seu povo há de prosseguir a guerra, e derrubar todas as fortalezas do orgulho humano, e da obstinação humana, e da impenitência humana. — Plain Commentary.
Versículos 10–11Salmo 108:10-11
Não é prova concludente de que não fomos chamados a empreender uma dada obra ou cumprir certo dever o fato de ser muito difícil, ou até impossível, ter êxito sem auxílio especial de Deus. Se Deus chama Davi para tomar Petra, ele tomará Petra. — William S. Plumer.
Versículo 11Salmo 108:11
Não serás tu, ó Deus? Sua mão o conduzirá até mesmo a Petra, que parece inacessível à força humana. Aquela maravilhosa cidade rochosa dos edomitas é cercada de rochas, algumas das quais têm trezentos pés de altura, e um único caminho, de doze de largura, leva até ela. A própria cidade é em parte talhada nas rochas fendidas, e suas ruínas, que no entanto pertencem a um período posterior, enchem os viajantes de espanto. — Augustus F. Tholuck.
Aquele que veio vitorioso de Edom, e com as vestes tingidas no sangue de sua paixão desde Bozra, doravante sairá com os exércitos do verdadeiro Israel — pois o que são exércitos sem o Senhor dos exércitos? — para subjugar o inimigo deles. — Plain Commentary.
Versículo 12Salmo 108:12
Dá-nos socorro na angústia, etc. Quem quer ter o socorro de Deus em qualquer empreendimento deve abandonar a confiança no socorro do homem; e ver a vaidade do socorro humano deve levar o crente a confiar mais, e a esperar com mais confiança, no socorro de Deus, como aqui se faz. "Dá-nos socorro na angústia: pois vão é o socorro do homem." — David Dickson.