Salmo 113
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TÍTULO E ASSUNTO. Este salmo é todo louvor, e contém pouco que exija exposição; um coração fervoroso, cheio de adoração admirada pelo Altíssimo, compreenderá melhor que ninguém este hino sagrado. Seu tema é a grandeza e a bondade condescendente do Deus de Israel, manifestas ao levantar o necessitado de sua condição humilde. Pode ser cantado com propriedade pela igreja em tempos de avivamento, depois de ter sido por muito tempo diminuída e abatida. Com este salmo começa o Hallel, ou Aleluia dos judeus, cantado em suas festas solenes: por isso o chamaremos O INÍCIO DO HALLEL. O Dr. Edersheim nos conta que o Talmude destaca a peculiar adequação do Hallel à Páscoa, "pois ele não apenas registrava a bondade de Deus para com Israel, mas especialmente sua libertação do Egito, e por isso abria apropriadamente com Louvai a Jeová, servos de Jeová — e não mais servos de Faraó." Suas alusões ao pobre no pó e ao necessitado sobre o monturo estão todas em harmonia com Israel no Egito, assim como a referência ao nascimento de numerosos filhos onde menos se esperava.
DIVISÃO. Não é necessário fazer divisão na exposição deste salmo, a não ser aquela sugerida pelos sempre instrutivos títulos fornecidos pelos excelentes autores de nossa versão comum: uma exortação a louvar a Deus, por sua excelência, versículos 1–5; por sua misericórdia.
Exposição
Versículo 1Salmo 113:1
Louvai ao SENHOR — ou Aleluia, louvor a JÁ Jeová. O louvor é oferta essencial em todas as festas solenes do povo de Deus. A oração é a mirra, e o louvor é o incenso, e ambos devem ser apresentados ao Senhor. Como podemos orar por misericórdia para o futuro se não bendizemos a Deus por seu amor no passado? O Senhor operou todo bem por nós; adoremo-lo, pois. Todo outro louvor deve ser excluído; a devoção inteira da alma deve ser derramada só diante de Jeová.
Louvai, ó servos do SENHOR. Vós, mais que todos os homens, pois a isso estais obrigados por vocação e ofício. Se os próprios servos de Deus não o louvam, quem o fará? Sois povo próximo dele, e deveis ser os mais fervorosos em vossa grata devoção. Enquanto eram escravos de Faraó, os israelitas soltavam gemidos e suspiros por causa de sua dura servidão; mas agora que se haviam tornado servos do Senhor, deviam expressar-se em cânticos de alegria. Servi-lo é liberdade perfeita, e os que nele entram plenamente descobrem nesse serviço mil razões para adoração. Louvam melhor a Deus os que melhor o servem; de fato, servir é louvar.
Louvai o nome do SENHOR: exaltai seu caráter revelado, engrandecei cada atributo sagrado, exultai em todas as suas obras, e reverenciai o próprio nome pelo qual é chamado. O nome de Jeová é usado três vezes neste versículo, e pode, para quem compreende a doutrina da Trindade na Unidade, ser visto como alusão discreta a esse santo mistério. Que Pai, Filho e Espírito Santo sejam todos louvados como o único, o vivo e o verdadeiro Deus. A repetição cerrada das palavras "Aleluia, Halelu, Halelu" deve ter produzido belo efeito nos cultos públicos.
O Dr. Edersheim descreve o culto do templo como responsivo, e diz: "Cada primeira linha de um salmo era repetida pelo povo, enquanto a cada uma das demais respondiam com um Halelu Já, ou Louvai ao Senhor" — assim:
Os levitas começavam: Aleluia (Louvai ao Senhor).
O povo repetia: Halelu Já.
Os levitas: Louvai (Halelu), ó servos de Jeová.
O povo respondia: Halelu Já.
Os levitas: Louvai (Halelu) o nome de Jeová.
O povo respondia: Halelu Já.
Essas não eram repetições vãs, pois o tema é um sobre o qual devemos insistir; deve ficar profundamente impresso na alma, e mantido em relevo, com perseverança, na vida.
Versículo 2Salmo 113:2
Bendito seja o nome do SENHOR. Enquanto o louvavam em voz alta, o povo devia também bendizê-lo no silêncio do coração, desejando glória ao seu nome, sucesso à sua causa e triunfo à sua verdade. Ao mencionar o nome, o salmista nos ensina a bendizer cada um dos atributos do Altíssimo, que são como que as letras de seu nome; não contendendo com sua justiça ou severidade, nem temendo-o servilmente por seu poder, mas aceitando-o como se revela na palavra inspirada e em seus próprios atos, amando-o e louvando-o tal como é. Não devemos dar ao Senhor um nome novo, nem inventar-lhe nova natureza, pois isso seria erigir um deus falso. Cada vez que pensarmos no Deus das Escrituras devemos bendizê-lo, e seu augusto nome jamais deveria ser pronunciado sem reverência alegre.
Desde agora. Se nunca o louvamos antes, comecemos agora. Como a Páscoa estava no início do ano, convinha começar o novo ano bendizendo aquele que operou a libertação de seu povo. Cada festa solene tinha suas próprias e felizes associações, e podia ser vista como novo ponto de partida para a adoração. Não haveria razões para que o leitor fizesse do dia de hoje o início de um ano de louvor? Quando o Senhor diz: "Desde agora te abençoarei", devemos responder: "Bendito seja o nome do Senhor desde agora."
E para sempre: eternamente. O salmista não poderia ter pretendido que o louvor divino cessasse em alguma data futura, por mais remota que fosse. "Para sempre", referido ao louvor de Deus, deve significar duração sem fim: estaríamos errados ao crer que carrega o mesmo sentido quando se refere a temas mais sombrios? Poderiam nossos corações algum dia deixar de louvar o nome do Senhor? Podemos imaginar um tempo em que os louvores de Israel não mais cercarão o trono da Divina Majestade? Impossível. Para sempre — e mais que "para sempre", se mais houver, seja ele engrandecido.
Versículo 3Salmo 113:3
Desde o nascer do sol até o seu ocaso, seja louvado o nome do SENHOR. Da manhã à noite deveria erguer-se o hino incessante a Jeová, e de leste a oeste, por toda a terra redonda, deveria prestar-se puro culto à sua glória. Assim deveria ser; e bendito seja Deus, não estamos sem fé de que assim será. Confiamos que, antes que chegue a temida noite do mundo, o glorioso nome do Senhor será proclamado entre todas as nações, e todos os povos o chamarão bendito. Na primeira proclamação do evangelho, o nome do Senhor já era glorioso em toda a terra; não o será ainda mais antes do fim? De todo modo, este é o desejo de nossas almas. Enquanto isso, esforcemo-nos por santificar cada dia com louvor a Deus. Ao raiar da aurora, imitemos as flores que se abrem e os pássaros que cantam,
"Cantando todo dia seus louvores,
Enquanto o bosque aplaude sua canção;
Desperta, ó coração indolente,
Desperta e canta alegre a tua parte."
É maravilha de misericórdia que o sol nasça sobre os filhos rebeldes dos homens, e prepare, para os imerecedores, estações fecundas e dias de contentamento; louvemos o Senhor de tudo por este prodígio de bondade. De hora em hora renovemos o cântico, pois cada momento traz sua misericórdia; e quando o sol se recolher ao repouso, não cessemos nossa música, mas ergamos o hino vespertino —
"Pai do céu e da terra!
Eu te bendigo pela noite,
A noite suave e silenciosa!
A pausa santa do cuidado e da alegria,
Do som e da luz.
Agora, longe na clareira e no vale,
Cálice de flor, botão e sino
Fecharam-se em torno do ninho adormecido da cotovia,
Os longos labores murmurantes da abelha terminaram,
E eu, o exausto de tanto tempo,
Bendigo-te, ó Deus, ó Pai dos oprimidos!
Com meu último pensamento desperto."
Versículo 4Salmo 113:4
O SENHOR está elevado acima de todas as nações. Ainda que os gentios não o conhecessem, Jeová era seu governante: seus falsos deuses não eram deuses, e seus reis eram fantoches em suas mãos. O Senhor está acima de todo o saber, o juízo e a imaginação dos sábios pagãos, e muito além da pompa e do poder dos monarcas das nações. Como o grande arco do firmamento, a presença do Senhor cobre todas as terras onde habitam as várias tribos dos homens, pois sua providência é universal: isso bem pode despertar nossa confiança e nosso louvor.
E sua glória acima dos céus: mais alto que a parte mais elevada da criação; as nuvens são o pó de seus pés, e sol, lua e estrelas cintilam bem abaixo de seu trono. Nem o céu dos céus pode contê-lo. Sua glória não pode ser expressa por todo o universo visível, nem sequer pela pompa solene dos exércitos angélicos; está acima de toda concepção e imaginação, pois ele é Deus — infinito. Adoremos, sobretudo, aquele que está acima de tudo.
Versículo 5Salmo 113:5
Quem é semelhante ao SENHOR nosso Deus? O desafio jamais será respondido. Ninguém pode comparar-se a ele nem por um instante; o Deus de Israel não tem paralelo; nosso próprio Deus, em aliança, permanece só, e ninguém pode igualar-se a ele. Mesmo aqueles a quem fez semelhantes a si em alguns aspectos não são semelhantes a ele na divindade, pois muitos de seus atributos divinos são incomunicáveis e inimitáveis. Nenhuma das metáforas e figuras pelas quais o Senhor é apresentado nas Escrituras pode dar-nos ideia completa dele; sua plena semelhança não é encontrada em nada, nem na terra nem no céu. Só em Jesus se vê a Divindade, mas ele declarou sem hesitar: "quem me viu a mim viu o Pai."
Que habita nas alturas. Na altura de sua morada ninguém pode ser-lhe semelhante. Seu trono, todo o seu caráter, sua pessoa, seu ser, tudo nele é elevado e infinitamente majestoso, de modo que ninguém pode igualar-se a ele. Sua mente serena habita na condição mais elevada; ele jamais é desonrado, nem se rebaixa da pura santidade e da perfeição absoluta de seu caráter. Diz-se que seus santos habitam nas alturas, e nisso são reflexo de sua glória; mas quanto a si mesmo, a altura de sua morada supera todo pensamento, e ele se ergue muito acima do mais exaltado de seu povo glorificado.
"Poder Eterno! cuja alta morada
Convém à grandeza de um Deus:
Extensões infinitas além dos limites
Onde os astros giram seus pequenos círculos."
"O degrau mais baixo em torno de teu trono
É alto demais para os pés de Gabriel;
Em vão o alto arcanjo tenta
Alcançar tua altura com olhos maravilhados."
"Senhor, que farão terra e cinza?
Também nós queremos adorar nosso Criador;
Do pecado e do pó a ti clamamos,
Ó Grande, ó Santo, ó Altíssimo!"
Versículo 6Salmo 113:6
Que se humilha para contemplar as coisas que há no céu e na terra! Ele habita tão nas alturas que, mesmo para observar as coisas celestiais, precisa humilhar-se. Precisa inclinar-se para ver os céus, e curvar-se para ver o que fazem os anjos. Que condescendência, então, deve ser a sua, uma vez que observa até o mais humilde de seus servos na terra, e os faz cantar de alegria como Maria, quando disse: "Atentou para a condição humilde de sua serva." Quão maravilhosas são aquelas palavras de Isaías: "Porque assim diz o Alto e Sublime, que habita a eternidade, cujo nome é Santo: Habito no alto e santo lugar, e com o contrito e humilde de espírito, para vivificar o espírito dos humildes e vivificar o coração dos contritos."
Os filósofos pagãos não conseguiam crer que o grande Deus observasse os pequenos eventos da história humana; imaginavam-no habitando em serena indiferença a todas as necessidades e dores de suas criaturas. "Nossa Rocha não é como a rocha deles"; temos um Deus que está acima de todos os deuses, e que, ainda assim, é nosso Pai, sabendo do que precisamos antes de pedirmos; nosso Pastor, que supre nossas necessidades; nosso Guarda, que conta os cabelos de nossa cabeça; nosso terno e atencioso Amigo, que se compadece de todas as nossas aflições. Verdadeiramente, o nome de nosso Deus condescendente deve ser louvado onde quer que seja conhecido.
Versículo 7Salmo 113:7
Ele levanta o pobre do pó — este é um exemplo de sua graciosa condescendência de amor: com frequência ele ergue os mais baixos da humanidade de sua pobreza e degradação, e os coloca em posições de poder e honra. Seu bom Espírito visita continuamente os oprimidos, dando formosura em lugar de cinzas aos abatidos, e elevando o coração de seus tristes até que gritem de alegria. Estes levantamentos de graça são aqui atribuídos diretamente à mão divina, e, na verdade, quem já os experimentou não duvidará de que é só o Senhor quem tira seu povo do pó da tristeza e da morte. Quando nenhuma outra mão pode ajudar, ele intervém, e a obra se faz. Vale a pena ser abatido para ser assim divinamente levantado do pó.
E levanta o necessitado do monturo, onde jazia como refugo sem valor, rejeitado e expulso, deixado, como pensavam, para apodrecer na destruição e ser esquecido para sempre. Que condescendência, da altura de seu trono a um monturo! Que poder maravilhoso, esse que se ocupa em levantar mendigos, todos manchados pela imundície em que jaziam! Pois ele os levanta do monturo, não se recusando a buscá-los entre as coisas vis da terra, para por meio deles reduzir a nada os grandes, e derramar desprezo sobre toda a glória humana.
Que monturo era aquele sobre o qual jazíamos por natureza! Que massa de corrupção é nosso estado original! Que monte de imundície acumulamos com nossa vida pecaminosa! Que abominações repugnantes nos cercam na sociedade de nossos semelhantes! Jamais poderíamos ter-nos levantado disso por nossos próprios esforços; era um sepulcro no qual víamos corrupção, e éramos como homens mortos. Onipotentes foram os braços que nos levantaram, que ainda nos levantam, e que nos levarão à perfeição do próprio céu. Louvai ao Senhor.
Versículo 8Salmo 113:8
Para o assentar com príncipes. O Senhor não faz nada pela metade: quando levanta os homens do pó, não se contenta até colocá-los entre os pares de seu reino. Somos feitos reis e sacerdotes para Deus, e reinaremos para todo o sempre. Em vez de pobreza, ele nos dá a riqueza dos príncipes; e em vez de desonra, nos dá posição mais exaltada que a dos grandes da terra.
Com os príncipes do seu povo. Todo o seu povo é constituído de príncipes, e assim o texto nos ensina que Deus coloca as almas necessitadas a quem favorece entre os príncipes dos príncipes. Muitas vezes ele capacita os mais desesperançados a subir aos maiores píncaros de espiritualidade e realização pela graça, pois os que antes eram últimos serão primeiros. Paulo, embora menor que o menor de todos os santos, foi, ainda assim, feito em nada inferior aos primeiros dos apóstolos; e em nossos dias, Bunyan, o latoeiro blasfemo, foi elevado a um novo João, cujo sonho quase rivaliza com as visões do Apocalipse.
"As maravilhas da graça pertencem a Deus,
Repeti suas misericórdias em vosso cântico."
Versos como estes deveriam animar grandemente os que se consideram os mais baixos aos próprios olhos. O Senhor derrama desprezo sobre os príncipes; mas quanto aos que estão no pó e no monturo, olha para eles com compaixão, age para com eles em graça, e neles manifesta as riquezas de sua glória por Cristo Jesus. Os que experimentaram tão espantoso favor deveriam cantar contínuos aleluias ao Deus de sua salvação.
Versículo 9Salmo 113:9
Faz da mulher estéril uma dona de casa, e alegre mãe de filhos. O forte desejo dos orientais de ter filhos fazia que o nascimento de um descendente fosse recebido como o mais precioso dos favores, enquanto a esterilidade era vista como maldição; por isso este versículo vem por último, como que para coroar tudo, servindo de clímax à história da misericórdia de Deus. O glorioso Senhor manifesta sua graça condescendente ao atentar para os que são desprezados por causa de sua esterilidade, seja do corpo, seja da alma.
Sara, Raquel, a mulher de Manoá, Ana, Isabel e outras foram todas exemplos do poder miraculoso de Deus, cumprindo literalmente a afirmação do salmista. Não se considerava que as mulheres tivessem casa até terem filhos; mas em certos casos, onde mulheres sem filhos definhavam em segredo, o Senhor as visitou em misericórdia, e as fez não só ter casa, mas governá-la. A igreja dos gentios é um exemplo espiritual, em grande escala, do dom da fecundidade após longos anos de esterilidade sem esperança; e a igreja judaica, nos últimos dias, será outra manifestação espantosa desse mesmo poder vivificante: por muito tempo abandonada por seu adultério espiritual, Israel será perdoado, restaurado, e governará com alegria aquela casa que agora lhe é deixada desolada.
Nem é só isso: cada crente no Senhor Jesus deve, por vezes, ter lamentado sua deplorável esterilidade; pareceu-lhe ser árvore seca, sem fruto para o Senhor, e, no entanto, quando visitado pelo Espírito Santo, viu-se de repente como a vara de Arão, que brotou, floresceu e deu amêndoas. Antes que percebêssemos, nosso coração estéril passou a governar casa, e recebeu o Salvador; nossas graças se multiplicaram como se muitos filhos nos tivessem vindo de um só parto, e nos regozijamos grandemente diante do Senhor.
Então nos maravilhamos grandemente com o Senhor que habita nas alturas, por ter-se dignado visitar coisas tão pobres e sem valor. Como Maria, entoamos nosso Magnificat, e como Ana, dissemos: "Não há santo como o SENHOR; porque não há outro além de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus." Louvai ao SENHOR. A música conclui na sua nota-chave. O salmo é um círculo, terminando onde começou, louvando o Senhor de sua primeira à sua última sílaba.
Que o salmo de nossa vida participe do mesmo caráter, e nunca conheça interrupção ou fim. Em círculo sem fim, louvemos o Senhor, cujas misericórdias jamais cessam. Louvemo-lo na juventude, e por todos os nossos anos de vigor; e quando nos curvarmos na plenitude da idade avançada, louvemos ainda o Senhor, que não rejeita seus antigos servos. Não louvemos apenas a Deus nós mesmos, mas exortemos outros a fazê-lo; e se encontrarmos algum necessitado que foi enriquecido, ou alguma estéril que foi feita fecunda, unamo-nos a eles para exaltar o nome daquele cuja misericórdia dura para sempre. Tendo sido nós mesmos levantados da mendicância e da esterilidade espirituais, jamais esqueçamos nossa antiga condição, nem a graça que nos visitou, mas, por todo o sempre, louvemos ao Senhor. Aleluia.
Obras sobre este salmo
Há Exposições dos Salmos 113 e 114 nas Obras de John Boys, Deão de Canterbury, 1638; edição in-fólio, pp. 846–861.