Esboços para pregadores: Salmo 127
Esboços de sermão e divisões homiléticas sobre o Salmo 127, reunidos por Charles Spurgeon para quem vai pregar.
Leia o Salmo 127 na íntegra no Midvash, na King James Fiel
Versículo 1Salmo 127:1
A mão do homem, sem a mão de Deus, é em vão.
O olho do homem, sem o olho de Deus, é em vão.
—Ou—
- Deus deve ser reconhecido em todas as nossas obras.
a) Buscando a sua direção antes delas.
b) Dependendo da sua ajuda nelas.
c) Dando-lhe a glória por elas.
- Em todos os nossos cuidados.
a) Reconhecendo a nossa vista curta.
b) Confiando na sua previdência. — G. R.
(primeira parte). — Ilustre os princípios:
Na construção do caráter.
Na elaboração de planos de vida e de trabalho.
Na formulação de projetos de felicidade.
Na formação de uma esperança de vida eterna.
No levantamento e na expansão da igreja. — J. F.
Versículos 1–2Salmo 127:1-2
O que não podemos esperar: que Deus trabalhe sem que nós edifiquemos, vigiemos, etc.
O que podemos esperar: fracasso, se estivermos sem Deus.
O que não devemos fazer: afligir-nos, preocupar-nos, etc.
O que podemos fazer: confiar a ponto de descansar em paz.
Versículo 2Salmo 127:2
(com o Salmo 126:2). O labor da lei contrastado com o riso do evangelho.
O pão de dores.
Quando Deus o envia, é bom comê-lo.
Quando nós mesmos o assamos, é em vão comê-lo.
Quando o diabo o traz, é alimento mortal.
(última cláusula). — Bênçãos que nos vêm no sono.
Saúde e vigor renovados do corpo.
Repouso e revigoramento mental.
Pensamentos mais doces e propósitos mais santos.
Dons providenciais. As chuvas caem, os frutos da terra crescem e amadurecem, a roda do moinho gira, o navio prossegue a sua viagem, etc., enquanto dormimos. Muitas vezes, quando nada fazemos por nós mesmos, Deus está fazendo o máximo. — W. H. J. P.
(última cláusula). Veja "Spurgeon's Sermons", nº 12: "The Peculiar Sleep of the Beloved."
Versículo 3Salmo 127:3
Sermão de Thomas Manton. Works: vol. 18, pp. 84-95. Edição Nichol.
Versículos 3–5Salmo 127:3-5
Filhos. Considere:
- Os efeitos de recebê-los como herança do Senhor.
a) Os pais confiarão no Senhor quanto ao seu sustento e à sua segurança.
b) Considerarão os filhos como um depósito sagrado do Senhor, do qual devem prestar contas de seu cuidado.
c) Os criarão no temor do Senhor.
d) Consultarão a Deus com frequência a respeito deles.
e) Os entregarão sem queixa, quando o Senhor os chamar a si pela morte.
- Os efeitos de uma criação correta.
a) Tornam-se a alegria dos pais.
b) O registro permanente da sabedoria dos pais.
c) O apoio e o consolo da velhice dos pais.
d) Os transmissores das virtudes dos pais a outra geração; pois filhos bem criados se tornam, por sua vez, pais sábios. — J. F.
Versículo 4Salmo 127:4
Os usos espirituais dos filhos.
Quando morrem na infância, despertando os pais.
Quando voltam da escola dominical trazendo influências santas.
Quando se convertem.
Quando crescem e se tornam homens e mulheres úteis.
Versículos 4–5Salmo 127:4-5
- A dependência dos filhos em relação aos pais.
a) Quanto à segurança. Estão na sua aljava.
b) Quanto à direção. São lançados por eles.
c) Quanto ao sustento. Estão nas mãos do valente.
- A dependência dos pais em relação aos filhos.
a) Quanto à defesa. Quem ouvirá falar mal de um pai?
b) Quanto à felicidade. "Um filho sábio faz", etc. Os filhos despertam algumas das mais nobres e ternas emoções da natureza humana. Feliz o ministro cristão que, com a aljava cheia, pode dizer: "Eis-me aqui, e os filhos que me deste." — G. R.
Versículo 6Salmo 127:6
"The Reward of Well Doing Sure." Sermão de Henry Melvill, em "The Pulpit," 1856.